A loucura me sublima

24
Jun 10

Atravessei a fronteira de mim mesmo, me tornei um viajante sem pátria.
Viajo sem amarras.
Não trago em mim marcas de etnias, religiosidade e línguas.
Transpiro universal humanidade.
Canto a felicidade de todos os corações.
Sou a brisa macia das peles.
O conforto dos desiludidos.
A palavra certa para os amores impossíveis.
O sonho dos libertadores.
Aniquilo com meu canto a intransigência e a intolerância... o ódio entre irmãos.
Sou apenas um cidadão do mundo...
Sou apenas um... mas me sinto tantos!

 

Publicado por Antonio Medeiro às 10:33

Junho 2010
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