A loucura me sublima

29
Jun 12

A corda balança no alto do cadafalso.
Pela minúscula janela, acompanho os preparativos.
A multidão se aglomera.
Minha hora está chegando.
O suor escorre no rosto.
Preso.
Julgado.
Condenado.
O crime?
O hediondo dos hediondos.
Fui condenado por desperdiçar a própria vida.
Não há perdão.
A porta da cela se abre...

TõeRoberto

Publicado por Antonio Medeiro às 23:55

Fevereiro 2015
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