A loucura me sublima

16
Out 09

A cada manhã que amanheço a vida não é a mesma de ontem.
Ontem eu fui, hoje eu sou.
E continuo nada sabendo do rosto sem contorno das coisas.
E continuo nada sabendo do meu destino sem mapas.
Sou apenas um homem que sempre amanhece não sendo.
E cumpre silenciosamente o seu sacrifício diário.
De ser homem não sendo e de carregar este fardo pelas futuras manhãs.
Sem trégua, mesmo não sendo.

Publicado por Antonio Medeiro às 12:53
Música: Variada

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